As 7 principais marcas de baixo disponíveis no mercado

Por Laryssa Costa

De Paul McCartney a Flea, sempre tem um baixista que te inspirou a tocar o instrumento, não é mesmo? Mas, além da habilidade única desses personagens da música, saiba que as marcas de baixo acompanharam a trajetória dos melhores instrumentistas, ajudando-os a fazer história.

Flea, baixista do Red Hot, tocando em show
Flea, do Red Hot Chili Peppers, tocando seu baixo Shell Pink ’61 Jazz Bass, da Fender (Foto/Reprodução/Internet)

Logo, se você é iniciante e quer aprender como tocar baixo, precisa ficar atento às marcas e aos modelos do instrumento, para dominar as técnicas com precisão. Além disso, é bom saber também quais são os tipos ideais para cada estilo musical. Ou seja, conhecer as marcas de baixo é importantíssimo!

Por isso, listamos algumas das melhores para você conhecer e saber qual se identifica mais com o seu jeito de tocar. Bora embarcar pelas gigantes do groove?

7 marcas de baixo que fizeram história

Algumas marcas de baixo deixaram um legado na música devido à sua anatomia, qualidade, modelos e músicos que as escolheram durante sua trajetória. Qual será que faz mais o seu tipo? Vamos descobrir!

1. Fender

A Fender é conhecida mundialmente por seus modelos clássicos, tanto de guitarra quanto de contrabaixos. Seus baixos clássicos possuem quatro ou cinco cordas e captadores passivos ou ativos.

As linhas Jazz e Precision Bass são alguns destaques, adotadas por diversos artistas. Versátil, a Fender atende estilos que vão do rock ao jazz, incluindo até pop romântico também.

Dessa maneira, entram no hall de músicos que utilizam os baixos da Fender personalidades como Mike Dirnt, do Green Day, e Roger Waters, do Pink Floyd.

O preço médio de um baixo desses é a partir de R$ 7,5 mil.

2. Gibson

Primeiramente, devemos confessar que, quando pensamos em Gibson, nos vêm à mente os modelos de guitarra Les Paul ou Explorer. Tão desejados quanto elas são os contrabaixos, que tem como representante Gene Simmons, icônico baixista do Kiss, por exemplo.

A aparência arrojada e o som mais encorpado fizeram com que a Gibson chegasse aos músicos que desejam uma carga de grave maior. Resultado disso, ele está presente em produções de rock, soul, fusion, jazz e reggae, que dispensam sons mais agudos. Fique com o exemplo de White Room, da banda Cream:

Sobre os preços, é possível encontrar um contrabaixo Gibson no modelo Thunderbird IV 2018 Vintage Sunburst, por exemplo, na faixa dos R$ 26 mil.

3. Yamaha

A Yamaha é conhecida no meio musical não só pelo baixo, mas também por seus teclados e flautas. O baixo da marca ficou conhecido pelo design econômico, durabilidade e custo-benefício, ideais para iniciantes. 

No mercado fonográfico desde 1966, a Yamaha aposta em timbres diferenciados, que permitem ir do blues ao rock. Um grande representante da marca é Billy Sheehan. Confira esse mestre das quatro cordas a seguir:

Tendo como exemplo a linha TRBX174, o valor de um baixo da Yamaha gira em torno dos R$ 2 mil.

4. Rickenbacker

Apesar de não ser tão popular quanto os Fender, por exemplo, os contrabaixos Rickenbacker são marcantes na história do rock. Seu modelo mais famoso é o 4003, evolução do clássico 4001, que oferece um corpo mais robusto e sólido, além de captores revestidos de cromo. É possível encontrar exemplares de até R$ 35 mil.

O seu som mais encorpado pode não ser tão popular entre os jovens, mas esteve bastante presente, principalmente, no meio do rock progressivo. Por exemplo, saca só o trabalho de Chris Squire, do Yes, com esse baixo:

5. Warwick

Feitos a partir de madeira e com acabamento especial, os contrabaixos Warwick possuem linhas profissionais produzidas para serem as melhores. A marca alemã possui três modelos de alto valor, sendo eles Streamer, Thumb e Corvette. Os instrumentos da última linha citada, por exemplo, custam por volta de R$ 6 mil.

Bastante presente no punk e no rock, a Warwick já foi representada por Adam Clayton, do U2, e Mike Inez, do Alice in Chains.

Além da linha profissional, a marca também oferece uma secundária, chamada Rockbass, com valores mais acessíveis. Exemplo disso é o modelo de 5 cordas Streamer, no valor de R$ 3 mil.

6. Music Man

Com modelos consagrados, como Sting Ray, Bongo, Sterling e Cutlass, a marca Music Man é voltada para sons mais pesados e sem ruídos. Ao mesmo tempo, a fabricante procurou produzir, desde os anos 70, baixos que oferecessem conforto, estabilidade e velocidade.

Como resultado disso, suas linhas propõem versatilidade para tocar diferentes ritmos, com captadores agressivos, braço pesado e equalização potente. Assim, é possível notar uma sonoridade entre o funk e rock, algo perceptível nos sons de Flea, do Red Hot, e de Cliff Williams, do AC/DC.

A faixa de preço de um Music Man vai dos R$ 3 aos R$ 5 mil.

7. Schecter

Com timbre especial para o heavy metal e para o hard rock, a Schecter possui boa relação de custo-benefício e modelos famosos, como o Stiletto.

Caracterizada por sua alta qualidade, ela já teve grandes baixistas em seu hall de usuários, que vão dos mais antigos até os atuais. Dentre eles, estão Johnny Christ, do Avenged Sevenfold, Simon Gallup, do The Cure, e Robert DeLeo, do Stone Temple Pilots.

Dependendo da linha escolhida, a faixa de preços de um Schecter fica na casa dos R$ 4 mil.

Conseguiu escolher suas marcas de baixo favoritas?

Com este material, já deu para conhecer bem as principais marcas de baixo, não é? Cada uma possui um timbre específico, que combina com gêneros musicais diferentes, apresentando suas particularidades.

Agora, aproveite para compartilhar este post com seus amigos, para eles também ficarem mais por dentro do mundo das quatro cordas. Fique ligado no Cifra Club e até a próxima!