Na Moral

Cidade Negra

A
123
X02220
B
234
X24442
C#m
234
X46654
E
123
022100
Tom: E
Colaboração de Olaviano Neto Belém - Pará Abril/2001 A B E Ah, ah, ah, há de se respeitar a minha moral, o meu visual e tudo que eu digo pra alguém me A C#m escutar, mesmo a tal cibernética. A B E Ah, ah , ah, ah e ser imortal não é natural, eu não sou capacho eu sei os meus passos pra não A C#m Vacilar, pra não vacilar.
A B É que eu insisto transparecer no E que eu acredito sem ressentimentos A B E há tanta gente pra convencer e E que sei que sentem o mesmo do que eu sinto A B Com a certeza do meu destino, sei E que o universo vai conspirar comigo A B Tão precisando de amor, tão C#m precisando resolver, tão precisando E de carinho, (2x) ( A B E ) "O tempo passa, e suas piadinhas já não tem mais graça, e não disfarça o mar de lama da sua piscina pouca vergonha que crescente contamina, ooh, gente da tua laia que vive num espaço paralelo, não sabe o que é salário, nunca pegou um trem! Lá vai o trem lotado, babando de gente, e o surf de trem e o torrado no chão, e você vendo tudo, tudo na televisão!" A B E Ah, ah , ah, ah e ser imortal não é natural eu não sou capacho eu sei os meus passos pra não A C#m Vacilar, ah pra não vacilar A B E Ah, ah , ah, ah e ser um mortal não é mole não desculpa meu chapa, mas é que eu preciso me A B Desabafar, ah me desabafar, me E desabafar... B C#m Me desabafar.
Composição: Da Gamma / Toni GarridoColaboração e revisão:

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