Rap Lord

Haikaiss

E
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022100
Eb
234
X65343
G#m
34
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Tom: A
G#m - E - Eb Lutei pra entrar e não vou sair Os que não pertencem eu devolvi Ácido num metal, causa efeito letal Teto Baixo te espreme e respira Quem pira tá na mira da minha firma Então me espera recuperar o fôlego Se comigo não morre, nunca cai, não tento a sorte Woodstock num flow metódico Dor não é pra quem quer, dor é pra quem pode E nosso destino é uma caixa de surpresa Leopardo ou Zebra? Me diz: cê quer ser predador ou presa? Assim, ó Percorri pela beirada até a sorte me dizer: Menino, você tem o aval Não tem paciência, eu elevo no peito O excesso é essencial É muito bom não se acomodar Satisfação se o verso ecoa, vento em polpa Não vou me poupar, então demorou meu mano Let's go [Spinardi] G#m - E - Eb Quero que se foda o que disser Tô de pé, vou mantendo a fé até Do meu lado eu vou correndo igual ralé Adivinha, o que tu quer Vagabundo quer, mas e quem não quer, né? Quero ver dinheiro na responsa, ser amigo da onça Jacaré que pangua vira bolsa Mano então me mostra a cara em convivência com malandro que já foi da fossa Fala pra carai, então se coça Se gosta também zé Vagabundo vê a bota e não vê o pé Mas não quer me vê em pé jão Sei até quem são, to na contenção Babarababarababaraba papo de cuzão O que cê quer provar? Já provei que sei bem, te representei Levei para a caminhada quando nem era ninguém, não Palavra de conforto, recebi da minha vida, se resume no meu dom jão Vai, vai, espero que seu ego não atrapalhe sua conduta, se não vagabundo cai E como cai, dependendo aonde, eu sei bem dessa febre e talvez não levante mais Membro do Haikaiss, sou cabra da peste, rap demais, sou capaz De fazer essa multidão, aliada na missão Concedida na vida de um tempo atrás [Spvic] G#m - E - Eb Bom senso é essência, eu penso em como o acesso é essencial A todos que entenderam, não adianta acusar O dom nasceu comigo e vacilo é não usar [Jonas Bento] G#m - E - Eb
Dizem por ai que é fácil fazer tudo que eu sei E não fazem, e não sabem [Spvic] G#m - E - Eb Na vida cê perde tempo Ou entende o conceito de sabedoria Ganhar a melodia Cansado de vê ou de ouvir multidão Falar de minoria Não vai ser covardia explanar Dividir a mema tag se xingar Nessa falta de ética, prática, excêntrica Elegem, e elejo usando a esquiva Mas que fita (não) Sei que poucos são bons pelo troco, sem dom Cada plano não é em vão Sem querer ser zoião Mano, só aumenta na idade É mantida a cidade Reduz bpm, entra longevidade Cientista do grave Quando quer sabe qual que ele é? [Pedro] G#m - E - Eb Eu vim dominei os palco, rodapé os mic com fio Rodoviária novo rio Sou paulista memo e chamo os outros de tio Eu não vejo uma arminha Praia sempre foi dollar bill Bora filho sábado de abril Balada já abriu, camarada meu já tá à mil Rap para me deixar febril eu tentei não serviu Uniforme é para garçom de navio (Um salve ao imortal Sabotage) Que faz da rima um fuzil Quinze anos depois construindo Mais pontes que engenheiro civil Isqueiro pra acender o pavio Racionais, RZO engajamento na luta É vantagem me dou liberdade De representar cidade sem diversidade Zona norte pro mundo então parte [Spinardi] G#m - E - Eb Um salve a quem não falha na conduta Filha de uma puta Veste a carapuça, vem da cara que me escuta Mudo a tela que te muda, que se foda Muda o ano mas não muda o que se planta Vim pra terra que te canta, vende o almoço, pega a janta Maloqueiro canta junto Com a vontade dessa porra de esse mundo ser melhor Mas na verdade o que se prega é diferente da novela Vida louca, vida curta Eu com a navalha que te corta Vale para o que você pensa Que no mundo que defende, vale mais seguir em frente Caminhando diferente, caminhando com a minha gente Cara a cara com o obstáculo que pega nossa mente Na verdade eu canto aquilo que difere o nível O cara é compatível, mas não passa no canal domingo Aquilo que se fala de importante pra nação Mas que se foda, eu falo mesmo Rápido como quem bate o coração Em cada passo eu olho e vejo na bagagem calejada Meu comunicado, mano, é complicado Cada laço que mantenho vale o ouro Mas não vale o couro Aqui se vê suborno, põe na conta do mano Que engana o povo Eu quero ver tá cara a cara com o menor, ó Tem muito veneno e pouca dó, ó Falam da vitória mas não falam da derrota Mano para, para, para, para, para rap lord [Spvic] G#m - E - Eb Bom senso é essência, eu penso em como o acesso é essencial A todos que entenderam, não adianta acusar O dom nasceu comigo e vacilo é não usar [Spinardi] G#m - E - Eb Não pensa que eu parei, não acabou Não acabou não Deixa eu aproveitar que esse momento é bom jão E tá tão bom irmão, que eu falei Gordão, me estica mais um pouco da batida desse som Vagabundão, vagabundo fica louco Eu tô loucão Sente a colisão então Vindo de um moleque cativando pro meu rap Que te passa uma energia que virou meu ganha pão [Jonas Bento] G#m - E - Eb Dizem por ai Que é fácil fazer tudo que eu sei E não fazem, e não sabem? Não sabem, não sabem, não sabem [Spinardi] G#m - E - Eb Falam da vitória mas não falam da derrota Mano para para para para para rap lord
Composição: Pedro Qualy / Rafael Spinardi / SPVICColaboração e revisão: maria eduardaGabriel Santosigor bacelete

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