Três Reis

Rodox

A
123
X02220
Bb
234
X13331
Dm
123
XX0231
F
234
133211
Tom: F
( Dm F Bb A ) Queima de arquivo Eu não acredito, mas saí vivo Eu até fico surpreso do ponto que eu parti Até a lama que eu desci Da mesma forma eu subi I'm free Tô aqui, tô ileso Ligado e aceso Mais leve, porém, dobrando no peso É a vida que escreve Eu só ponho na balança E enquanto o sangue ferve Você não é mais criança, nem eu sou mais o mesmo que cansa. Eu dancei pela dança do mundo Eu vi quase de tudo Eu falei muito pra surdo Joguei pérolas aos porcos e vi o que acontece Quando o nível desce e alguém faz da mentira um escudo Hoje, eu cheguei à conclusão: é melhor viver sem pressão É o que a própria vida ensina Mas tem gente que em vida já morreu Porque só aprendeu o que passou através da retina Nascem, morrem, não dormem Sem dívida, não sou digno de duvidar Tem potência Palavra que tem essência viva A medida indica o abuso É quando a fome vira gula
Num ciclo fechado pra corrente e cadeado Convidado ou intruso Aqui não temos bula Aqui indica o modo de uso Eu vejo o inimigo no espelho Meu sangue no joelho serve para me lembrar Que os vultos e vozes que chegam devagar Inofensivos como coelhos São piores que a serpente do mar Sem palavras que conte a dor da pedrada Na fronte a expressão de terror O desfecho da cilada já tinha dia e hora marcada Daquele horizonte eu não veria a cor Sequelado? Talvez Renovado No segundo mês Quando meio sossegado por ser natural Vou vivendo com o próprio sofrimento E sabendo que o mau pensamento é uma arma letal Se eu não mudar ninguém vai ver que eu me afundei bem sentindo a dor mais forte Se eu não voltar se lembre bem que eu não sou ninguém sem teu amor Mão no gatilho o disparo do inimigo De pé eu não desisto, tô vivo (resisti) Todo mundo grita mas você não é comigo Sou surdo não enxergo por isso (estou aqui) Alternativa dois é minha escolha Cada um, cada um eu vou na boa Meu tempo no limite me obriga a ir em frente Seguir naturalmente, libertar a mente, sem ranger de dentes (Sigo na calma) Desobediente (alimentando a alma) Agora não embaça, você perdeu a graça Prende, estica, puxa, passa Abre os braços, vem me abraça Eu quero a paz o amor me abraça (Abre os braços, vem me abraça) (Eu quero a paz o amor me abraça) Amigos, irmãos não abandonaram nem se a terra acabar Pois tapas nas costas de qualquer um hoje em dia não dá Cresci e vivi e vivo em qualquer lugar Andando de frente, de costas em qualquer luar Com Fela Kuti no meu ouvido pra acalmar E não seria com vermes xiitas trairás que eu viria a me preocupar Chega no Rodolfo Dizem as claras a enxergar Meu apelido veio da misca e da Destreza de uma ave de rapina E não precisa de drogas pois minha cabeça não comporta mais a anfetamina E sim adrenalina que é uma vacina da minha mania De que tudo se transforme em musica um dia De que tudo se transforme em musica um dia Vê se acorda Vê que a vida que estão te oferecendo é furada A classe política totalmente manipulada Se você não esquecer, que bom ruim, você é igual a mim E pode ser achado em qualquer lugar Nunca duvide aqui se faz, aqui se paga Pois o dia é feito de chão, poeira e estrada De poeira, chão e estrada Se eu não mudar ninguém vai ver que eu me afundei bem sentindo a dor mais forte Se eu não voltar se lembre bem que eu não sou ninguém sem teu amor
Composição: Falcão / Rodolfo Abrantes / XisColaboração e revisão: Felipe AndréBruno QuartarolliGustavo AlvesAlan Soarese mais 2