Livro da Vida

São Nunca

O tempo é rei
Tudo que eu sei, com ele que aprendi
Horas pra pensar, refletir, vontade de desistir
Jogar tudo pro alto e sumir
Encoraja, o que haja, mas vai dali
Companheiro solitário
Entendo seu vocabulário nos conselhos
Mandamento extremo, ferradura, pé de coelho
Amplo pensamento pra quem pensa pequeno
Até vendarem sofrimento


Cicatrizando dores, cores cinzas colorindo a vida
Bem-vinda, só tenho passagem de ida
Mensagem não lida do destino, peregrino por aí
Só tenho um fino e a memória guarda
Guarda o que cê trouxe de lembrança
Mantém contato por distância
Não deixar virar museu, infância muda, o mundo gira
Hoje fica com Deus


Seus olhos coloridos
Que me fazem refletir (que me fazem refletir)
Estou sempre na minha
Já não posso mais fugir (não, não, não)
As coisas vem e vão, como as folhas no outono
Os dias se tornam vazio, quase sempre eu perco o sono
Procurei o que eu nem deveria achar
Tive pensamentos que talvez eu nem queria ter


Dizem que a esperança é a última que morre
Mas aí eu tava pensando
E se ela nem nascer? Vai saber
Deixa tudo se renovar como as flores
E aprende que não vai deixar de ter espinhos
Odores, sabores, mulheres, caminhos, vícios
Tão nossos, tão fictícios


E aproveita o pouco sol, toma um vento
Desperdício do momento, faz o tempo ficar lento
Agradeço por ter o céu, o dia que pareceu doces lares
E os melhores lugares me deixavam longe dela
Olhares não eram tão similares
Mas milhares de vontade se foram
Agora sente o frio


Seus olhos coloridos
Que me fazem refletir (que me fazem refletir)
Estou sempre na minha
Já não posso mais fugir (não, não, não)
A beleza de viver, sem certeza do que vai ser
Como vi que tudo o que quer, um sorriso qualquer
A simplicidade é um prazer que nem todos podem ter
Vendo numa pétala uma nota escorrer


Valorizo o que se concretiza no contado da caneta e o papel
Sem tirar essência pelo tato
Estar conectado, mentalmente concentrado
Sabendo que é abstrato e o que é fato
Sobrou a distração pra me aquecer (fazer o quê?)
Vou dar continuação no meu viver
O vento já não agrado como quando tinha sol
Mas faz parte da aprovação do meu ser
Deixe que o tempo determine a razão


A reação não é comum quando se descobre o porquê
Eu não pedi tanto poder, só controlar a situação
Deixa baixo, vou refletir no próximo anoitecer
Seus olhos coloridos
Que me fazem refletir (que me fazem refletir)
Estou sempre na minha
Já não posso mais fugir (não, não, não)

Composição: São NuncaColaboração e revisão: Filipe Turra

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