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Casinha da Serra

Tião Carreiro e Pardinho

Tom: E
(intro) E B7 E B7 E B7

solo(viola caipira)


E|--11-11-12-11-11--7-7/11-11-11-7-7---------------------------/
B|--12-12-14-12-12--9-9/12-12-12-9-9---------------------------/
G#|-----------------------------------0-0-1-3-1-1--------------/
E|------------------------------------0-0-2-4-2-2-2-2--2-2/4---/
B|------------------------------------------------0-0--0-0-h5~-/

(solo)

E                                             B7                 E
Triste sorte de  um homem coitado , quando é destinado ao rumo do nada
                                           B7                     E
Só encontra amarguras na vida , estradas compridas de espinho traçada
               A                       B7                 E
Pelo mundo eu vaguei sem destino , desprezei a casinha da serra
                                           B7                       E     B7  E  B7  E
Por amar uma ingrata fingida ,perdi a mãe querida e os prazer desta terra

E                                           B7                       E
Ao sofrer essa cruel traição minha triste intenção era ir  pra não voltar
                                           B7               E
Minha pobre velhinha chorava ojoelhada implorava para mim ficar
                  A                   B7              E
Mas o ódio roubou minha calma com a alma ferida fui embora
                                               B7               E    B7   E (solo)
Fui cumprir meu destino perverso mãezinha hoje peço perdão a senhora

E                                        B7                   E
Amanhã partirei bem cedinho quando os passarinhos canta na alvorada
                                            B7                  E
Triste hora de uma despedida adeus terra querida adeus companheirada
                 A              B7             E
Com a lua desta madrugada me despeço em uma serenata
                                            B7                    E     B7   E   B7
Vou cantar uma triste canção pra magoar o coração desta tirana ingrata

 E                                                    B7            E
Como é triste viver sem ninguém  , a quem quis tanto bem me trazia engado
                                                      B7               E
Minha velha morreu de desgosto , hoje eu trago em meu rosto teu pranto molhado
              A                      B7               E
Essa terra que me viu nascer , que jamais pode ser esquecida
                                             B7               E        B7    E
Voltarei pra trazer umas flor , ofertar em louvor a mãezinha querida

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