Ai Play Boy Eu Anuncio a Sua Morte

Ato Verbal

Só quero a paz tortura nunca mais,o 
peito é guiado possuido reanimado, 
as vezes se pa o pensamento é 
esmagado, pelo alvará que não vem 
com advogado, na beira do rio um 
corpo morbido é largado é o 
sofrimento esposto no rosto é o 
desgosto de mais um dos loucos que 
morre na espera na fila do posto ou 
o oitão do policia no meio do seu 
rosto ou a tiazinha que ta sem 
remédio o pai de familia que ta no 
necrotério o bisturi do lesgista é a
 boca do inferno o carro preto e 
branco desfigura seu sonho mais um 
pelicano voando te cassando morto ou
 vivo não interessa o preço, aqui em
 são paulo você mais um detento com 
o peito sem amor, só ódio e vingança
 morte e terror, esse pais dizima 
sua esperança aqui o policia 
metralha criânça ou a lei da 
abolição no século 21 liberdade não 
tem não
E ai playboy eu anuncio a sua morte 
vai treme na frente do oitão no 
shopping a sua cabeça no meio do 
estoque agora aplaude o carniceiro 
que quer a sua morte {2x}
Nem com seu choro nem com sua 
lágrima eu robo seu carro o seu 
colar de prata, pode chorar pode 
espernia um tiro na sua cabeça sua 
mulher vai implorar pela sua vida um
 tanto insignificante implora pro 
gambé que só quer o seu mustang, 
dentro da blazer agora escute a 
sirene, ajoelhe no momento para não 
morrer tiro trocado eles mata você 
eu sou o tranca rua que no momento 
se manisfesta eu sou o anjo da 
guarda que toca a sua orquestra vejo
 no oitão minha ultima promessa um 
tiro um buraco no meio da sua testa,
 vê se agora o politico protesta 
pela sua vida ou descaso na favela
E ai playboy eu anuncio a sua morte vai treme na frente do oitão no shopping a sua cabeça no meio do estoque agora aplaude o carniceiro que quer a sua morte {2x} E ai sistema vai pra puta que pariu e si não for no crime e quem vou me espelhar no playbo que se diverte com seu patinete, no engravatado que morre no escritório no policia que me espanca explode meu ódio o moleque que cresce com o oitão na mão só veio para o mundo pra sofrer escoriação, vejo a cena na televisão o sangue do playboy é o cardapio do ladrão, enquanto o favelado que se fode e passa fome e chega o ano novo e não tem um panetone e cresce na esperança de ser um grande homem e vê sua esperança toda destruida na nova cicatriz que ele ganho do policia a sua esperança irmão foi maquiada tomo um sacode de um oitão prata, pense você imagine mais um obito vejo na cena o desgosto e o ódio a clausura do denarc pedra, pó e crack a sua mulher não fica viva nem por milagre a revolução escapou do caixão torço pra você se reerguer do chão. {refrão 4x} E ai playboy eu anuncio a sua morte vai treme na frente do oitão no shopping a sua cabeça no meio do estoque agora aplaude o carniceiro que quer a sua morte {2x}
Composição: Colaboração e revisão: Daniel

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