Voltaste, mas voltaste no momento
em que tudo é esquecimento, é solidão
Voltaste agora que impuro
eu sei que tenho o coração
Eu acho até que nem devemos relembrar
aqueles beijos que trocamos ao luar
Repara dentro em mim, mas sem assombro
as ruínas, os escombros e a algidez
que causou-me esta saudade
Esta saudade que tanto mal me fez


E agora porque vens bater à porta
de uma alma quase morta, no extertor?
Tu que um dia abandonaste
tanto afeto, tanto amor!
Talvez devido a tanta ingratidão
marmorizou-se meu coração


Voltaste, mas voltaste infelizmente
pois meu coração descrente enlouqueceu
e hoje é um devasso
É um coração igual ao teu!

Composição: Cândido das Neves ÍndioColaboração e revisão: Cesar Zeppini

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